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Sindjus/AL realizará assembleia geral com indicativo de greve

11 de Junho de 2012 06:51

Assessoria

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        Sindjus/AL realizará assembleia geral com indicativo de greve
 

Foto: Divulgação

O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e do MPU em Alagoas (Sindjus/AL) vai realizar uma assembleia geral, nesta segunda-feira (11), para que a categoria delibere sobre o indicativo de greve nacional por tempo indeterminado em prol da aprovação dos projetos de leis 6.613/2009 e 6.697/2009, que revisam os Planos de Cargos e Salários (PCSs).

A assembleia geral será realizada às 9 horas, na sede do Sindjus/AL, que fica localizada na antiga Rua da Praia, no Centro.

Na assembleia, o Sindjus/AL definirá as ações de mobilização pela aprovação do PCS e contra o congelamento de salários. O sindicato também vai realizar dois atos públicos no dia 13 de junho. Nesse dia, fará dois anos em que os PLs, os quais revisam os Planos, estão parados na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal. Nas manifestações, haverá um bolo para representar o descaso do governo Dilma com os trabalhadores.

A realização do primeiro ato público ocorrerá em frente ao prédio das Varas Trabalhistas, a partir das 9 horas. E o segundo protesto será em frente ao prédio do Tribunal Regional Eleitoral, a partir das 15 horas.

Os servidores do Judiciário estão acompanhando o calendário de lutas definido pelo Fórum das Entidades dos Servidores Públicos Federais, que convocou greve geral a partir de 11 de junho, por política salarial permanente com reposição inflacionária.

 

Além da mobilização pela aprovação dos PCSs, os servidores do Judiciário Federal e do MPU reivindicam a reprovação dos PLP’s 01/2007 e 549/2009, que tramitam na Câmara dos Deputados e possibilitam o congelamento de salários dos servidores públicos federais e a precarização dos serviços públicos; jornada de trabalho de seis horas diárias sem redução de direitos em contraposição à Resolução nº 88 do Conselho Nacional de Justiça; manutenção da atual estrutura administrativa e organizacional da Justiça do Trabalho, no que for mais benéfica, em contraposição às Resoluções nºs 53 e 63 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT; implantação de políticas efetivas de combate a todas as formas de assédios moral e sexual no âmbito do Poder Judiciário Federal e do MPU; o fim da terceirização de serviços e da requisição de servidores mediante realização de concurso público para ampliação e valorização dos quadros efetivos de servidores do Poder Judiciário Federal e do MPU; a reprovação da proposta de Projeto de Lei de extinção de cargos de Auxiliar Judiciário do Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT; o pagamento administrativo de passivos trabalhistas, a exemplo de URV/Quintos e devolução de imposto de renda sobre parcelas indenizatórias recebidas de passivos trabalhistas (juros de mora).

 

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